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Plicomas anais: como realizar o tratamento?

07/10/2025 - 16:00

Saiba como tratar plicoma anal com um especialista em proctologia em São Paulo

Você já ouviu falar de plicomas anais? Eles são um excesso de pele no ânus, resultante de fissuras, esforços evacuatórios excessivos, fricções, irritações na região e até mesmo por fatores genéticos.

Geralmente, essa marca de pele no ânus é assintomática e é benigna. Caso sinta coceira ou algum tipo de desconforto, é importante procurar ajuda de um especialista em proctologia. O Dr. Carlos Obregon atende no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, e pode tirar todas as suas dúvidas ao longo da consulta.

Neste conteúdo você entenderá mais sobre:

  • O que são os plicomas anais e como essa pele no ânus pode surgir.
  • Como se faz este diagnóstico.
  • Como tratar plicoma anal com laser de CO2 e outros tipos de tratamentos.
  • Quando procurar um especialista em proctologia.

Agende uma consulta com especialista em proctologia e trate os plicomas anais de forma segura e com tecnologia a laser de CO2 na MEF.

O que é plicoma anal?

Os plicomas anais são excessos de pele ao redor do ânus. Eles geralmente não causam dores e são benignos, porém, podem causar desconforto e dificuldades de higienização, contribuindo para a sensação de “ânus sujo”. 

Além disso, eles surgem como se fossem cicatrizes de processos inflamatórios como hemorroidas, fissuras anais ou partos. A pele incha e se inflama, porém não retorna ao estado original após o inchaço.

Essas marcas de pele no ânus não são fáceis de serem percebidas visualmente. Porém, elas podem ser detectadas pelo paciente após o banho ou quando se usa o banheiro após as necessidades.

Causas prováveis da pele no ânus excessiva

Existem muitos fatores para o surgimento da pele no ânus

  • Fricção e irritação anal: exercícios, roupas apertadas ou permanecer sentado por muito tempo favorecem o atrito e o surgimento de plicomas.
  • Diarreia: fezes moles e ácidas irritam a região anal, especialmente quando há limpeza excessiva com papel higiênico áspero.
  • Hemorroida e fissura anal: quando as hemorroidas se retraem, deixam pele flácida; fissuras repetitivas também podem gerar excesso de pele.
  • Doença de Crohn: a inflamação intestinal causa crises de diarreia ou constipação, aumentando o risco de marcas de pele na região anal.

Detectar as causas é importante para saber como tratar plicoma anal. Isso só é possível através da consulta com um especialista em coloproctologia como o Dr. Carlos Obregon.

Realize uma consulta com um especialista em proctologia em Sâo Paulo para identificar as causas dos plicomas anais.

Como se faz o diagnóstico de plicomas anais?

De forma majoritária, o excesso de pele no ânus é benigno e não evolui para tumores na região. No entanto, o diagnóstico com um especialista em coloproctologia é fundamental. 

Afinal, a confirmação do plicoma serve para descartar casos mais preocupantes como a existência de tumores ou coágulos sanguíneos na região anal. Para detectar marcas de pele no interior no ânus, o especialista pode indicar alguns exames.

Exames retais

O especialista em proctologia coloca o dedo enluvado, com lubrificação, no reto para detectar fisicamente algumas anormalidades na pele do ânus. É um exame que não exige do paciente nenhuma preparação especial para realizá-lo.

A duração do exame retal é curta, embora cause certo desconforto ao paciente. 

Anuscopia

A anuscopia é um exame em que se utiliza um anuscópio, uma ferramenta fina, rígida, com luz na extremidade. O Dr. Carlos Obregon pode se utilizar dela para procurar anormalidades na pele do ânus. Antes do exame, o especialista indica ao paciente que evacue caso sinta vontade.

Marque uma consulta com especialista em proctologia, Dr. Carlos Obregon e tire suas dúvidas sobre como tratar plicoma anal.

Como tratar plicoma anal?

Após a confirmação do diagnóstico, muitos pacientes ficam com dúvidas sobre como tratar plicoma anal. Em primeiro lugar, essas marcas de pele no ânus não desaparecem por conta própria. 

É bom destacar também que se elas são causadas por hemorroidas, fissuras ou por outras doenças como Crohn, o tratamento direto a essas condições pode ajudar no alívio do paciente. Caso não tenha sintomas de plicoma anal não é necessário realizar o tratamento, porém caso ocorra algum incômodo a partir desse excesso de pele, realizar a cirurgia de plicoma (exérese) é um caminho.

Antes da realização de um tratamento, é necessário realizar uma avaliação pré-operatória com um especialista em proctologia. Ele pode:

  • Fazer uma avaliação diagnóstica para descarte de outras condições mais graves.
  • Orientação para o paciente sobre o tipo de tratamento para a retirada do plicoma, o tempo de jejum antes do procedimento adotado pelo especialista.

Outro ponto, exames complementares são necessários somente em pacientes que apresentem outras queixas ou sinais que suspeitem algo mais alarmante. O que geralmente não é o caso na maioria dos pacientes.

Tratamentos para pele no ânus

Existem algumas alternativas para o tratamento.

  • Exérese com uso de bisturi elétrico: É o método cirúrgico mais tradicional, removendo o excesso de pele com precisão e minimizando o sangramento. 
  • Criocirurgia: Usa nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido do plicoma, indicado para casos pequenos. Não é necessário jejum, nem preparo intestinal. 
  • Eletrocautério: Remove o plicoma por meio de calor controlado, proporcionando rápida cicatrização e bom resultado estético.

É necessário destacar que nos casos de cirurgia de plicoma com bisturi e de eletrocautério, pode ser necessário jejum de 6 a 8 horas, se for usada anestesia local com sedação ou raquianestesia, além da suspensão do uso de anticoagulantes, caso o paciente faça uso. A higienização da região anal no dia do procedimento.

Laser de CO2 para tratamento de plicoma

Outro procedimento bastante moderno é o uso do laser de CO2. A cirurgia a laser vem se demonstrando bastante segura nos demais procedimentos coloproctológicos como nos tratamentos de fístula e fissura anal, hemorroidas e entre outros. Da mesma forma isso vem ocorrendo com os plicomas anais.

Assim, o laser de CO2 é um procedimento ambulatorial e minimamente invasivo. Ele utiliza um feixe de luz concentrado para vaporizar o excesso de pele ao redor do ânus com alta precisão. Essa técnica é especialmente indicada para pacientes que buscam uma recuperação mais rápida e um resultado estético melhor.

Como funciona a cirurgia a laser de CO2?

O laser de CO2 corta e coagula ao mesmo tempo, o que reduz o sangramento e o risco de infecção. Por ser extremamente preciso, ele preserva ao máximo o tecido saudável, proporcionando uma cicatrização mais uniforme e menos dolorosa.

Preparação para o uso do laser de CO2

  • Jejum de 6 a 8 horas se for indicado algum tipo de sedação.
  • Higienização rigorosa da região anal antes do procedimento.
  • Pode ser indicado o uso de laxante leve ou enema no dia anterior para facilitar o acesso à região.
  • Suspender medicamentos que aumentem risco de sangramento, sempre com orientação médica.

Pós-procedimento

O paciente costuma sentir apenas um leve desconforto, que é facilmente controlado com analgésicos comuns. A cicatrização ocorre em poucos dias, e a higienização local deve ser reforçada para evitar infecção.

Agende sua consulta para saber se o laser de CO2 é o melhor tratamento de plicomas anais. Entre em contato com o Dr. Carlos Obregon.

Por que tratar os plicomas anais com o Dr. Carlos Obregon?

Formado em medicina pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o Dr. Carlos Obregon é especialista na área da coloproctologia e gastrocirurgia do Instituto Medicina em Foco em São Paulo. O profissional realizou residência médica em cirurgia geral e cirurgia do aparelho digestivo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Além disso, realizou complementação em colonoscopia pela mesma instituição e é médico colaborador do serviço de cirurgia do cólon e reto do Hospital das Clínicas (HCFMUSP). Como especialista em proctologia, além de realizar o tratamento dos plicomas anais com laser de CO2, trata também abscesso perianal, câncer colorretal, fissura anal, hemorroidas e entre outras condições.

Conheça o Instituto Medicina em Foco

Ao aliar um atendimento humanizado com uma infraestrutura de excelência, com tratamentos modernos, o Instituto Medicina em Foco se torna referência em cuidados de saúde em São Paulo. O Dr. Carlos Obregon faz parte do corpo médico da MEF e conta com o apoio da clínica para realizar diagnósticos e tratamentos modernos para plicoma anal.

Agende a sua consulta com especialista em proctologia

Detectou que está com excesso de pele no ânus e está em dúvidas sobre como tratar plicoma anal? Procure o Dr. Obregon para realizar uma consulta e tirar todas as suas dúvidas.

Faça uma consulta com um especialista em proctologia e trate o excesso de pele no ânus através do laser de CO2.

🏥 Endereço do Instituto Medicina em Foco: Rua Frei Caneca 1380, Consolação, São Paulo, CEP 01307-000. 

🕗 Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 21h.

📞 Telefone: (11) 94061-1603

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FAQ – Perguntas frequentes sobre plicomas anais: como realizar o tratamento?

1. O que é plicoma anal e como ele aparece?

É um excesso de pele ao redor do ânus, geralmente resultado de fissuras, inflamações ou esforço evacuatório.

2. Quando devo procurar um especialista em proctologia para excesso de pele no ânus?

Procure um especialista em coloproctologia ao notar desconforto, dificuldade de higiene, dor, sangramento ou aumento do excesso de pele.

3. Qual é a diferença entre plicoma anal, fissura anal e hemorroida?

Plicoma é pele sobrando, fissura é ferida dolorosa e hemorroida é veia dilatada que pode sangrar ou inflamar.

4. Como tratar plicoma anal de forma segura e eficaz?

O tratamento mais eficaz é a remoção cirúrgica ou a laser feita por especialista em proctologia.

5. A cirurgia de plicoma anal pode ser feita apenas com anestesia local?

Sim, a maioria dos casos é tratada com anestesia local, garantindo segurança e recuperação rápida.

6. O laser de CO2 é realmente eficaz na remoção de excesso de pele no ânus?

Sim, o laser de CO2 é preciso. Ele minimiza sangramentos e acelera a cicatrização do tecido operado.

7. Todo excesso de pele no ânus precisa ser tratado com cirurgia?

Não. Os plicomas anais são tratados cirurgicamente quando há sintomas como dor, desconforto, prurido ou dificuldade de higiene.

8. Como funciona a avaliação pré-operatória antes da cirurgia de plicoma?

Inclui exame físico, anuscopia e análise de histórico clínico para planejar a cirurgia com segurança.

9. Plicomas anais podem ser confundidos com sinais da Doença de Crohn?

Sim, plicomas volumosos e múltiplos podem estar ligados à Doença de Crohn e precisam de avaliação.

10. Como é a recuperação após a cirurgia de plicoma feita por especialista em proctologia?

A recuperação é rápida, com retorno às atividades em poucos dias e alívio do desconforto.

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